Archive for the ‘Geral’ Category

O pior BANCO DO BRASIL

sexta-feira, janeiro 22nd, 2010

Certo dia precisei escolher um banco. Um tinha a logomarca mais bonita, outro fazia lindos comerciais e outros disputavam pra ver quem oferecia as menores taxas e as maiores vantagens aos clientes. Optei por aquele que tinha mais agências, mais caixas eletrônicos e aparentava ser mais honesto.

Me dirigi à agência mais próxima do meu trabalho, a fim de criar minha conta. Coincidentemente, era a agência central do banco em todo o país, em pleno Setor Bancário Sul, em Brasília. Ampla como nenhuma outra, está sob o edifício sede banco. Em posse de todos os documentos imagináveis, consegui ser mais um correntista daquela respeitada instituição. Nem me importei com o crédito baixo oferecido, inferior ao de toda a concorrência, nem com seu site que então era o mais feio e menos funcional do mercado.

Começava aí uma terrível jornada de desapontamentos e frustrações.

Capítulo 1. A fila infernal.

Acontece que pessoas precisam pagar contas, e, para isso, precisam utilizar seu banco. E nem sempre os caixas eletrônicos resolvem. Então conheci minha primeira fila quilométrica e estática naquele lugar. Passei mais de uma hora esperando minha honrosa vez de falar com a moça do caixa, para ela me informar que não poderia fazer nada pois o sistema acabara de sair do ar.

Superei, mas pensei: preciso de uma senha para acessar essa p*&¨% desse banco pela internet. E como tudo naquele lugar, isso seria uma epopéia. Tal senha não se cria ou sai automaticamente num caixa eletrônico, muito menos no próprio site. Era preciso pegar mais um fila. Dessa vez, daquela em que aguardamos sentados. Conhecendo a rapidez da escassa estrutura humana local, protelei, até que foi realmente necessário enfrentar a fila.

Capítulo 2. Uma tarde de 4 horas e 47 segundos.

Avisei no trabalho que iria no banco à tarde, criar uma senha para acessar o site. Quando chego, poucas pessoas aguardam nas cadeirinhas, lindamente colocadas ali na era JK, imagino. Era meio de mês, e a fila do “caixa do dinheiro” também estava curta. Cerca de 4 atendentes em suas mesinhas. Tudo conspirava a favor. Mas naquele banco, nada é simples. Sem exagero, sem hipérbole, sem nenhuma figura de linguagem superlativa, passei a tarde inteira naquela desg$&*@ de banco. MAIS DE 4 HORAS.

Não consigo entender o que um ser-humano da raça correntista conversa com um bancário por mais de 1 hora. E como o sujeito funcionário daquele lugar não resolve logo o problema alheio. Ou, se não consegue, por que não chuta aquele estorvo dali. Enfim. Depois das 4 horas ali, deixando trabalhos acumularem no escritório, me sento com a moça. Duas instruções e 47 segundos depois, minha senha estava criada.

Capítulo 3. Como fazer o cliente de idiota.

Precisava fazer uma transferência internacional, e o mais recomendado era utilizar a Western Union. Algumas pequenas empresas privadas locais podem fazer isso, mas por ter as melhores taxas, e por ser o MEU BANCO, mais uma vez precisei atravessar as portas giratórias do inferno. Afinal, tal instituição diz para os clientes que é “TODO SEU”.

Pesquisei as agências que teriam a possibilidade de realizar a tarefa. Uma delas, localizada bem ao lado do meu então posto de trabalho. Fui até lá, e pelo histórico de raivas passadas com aquele banco, preferi não arriscar horas de fila e acabar dando com os burros n’água. Interpelei um atendente, que me orientou a procurar a agência central do banco, no Setor Bancário Sul. Ou seja, a agência sede da instituição e da minha querida conta, já com 3 anos de vida.

Depois de 15 minutos no sol africano de janeiro, consegui estacionar. Para não me decepcionar após horas de fila (a das cadeirinhas, que estavam lotadas), mais um vez interpelei um atendente. As palavras dele soaram como um solo de viola do Almir Sater nos meus ouvidos:

-Sim, nós fazemos transferência pela Western Union. E é justamente comigo, e pelo que vejo, minha fila está vazia, você nem precisa pegar senha.

Conhecendo aquele caral%& de banco, tentei não me empolgar. A transferência seria feita diretamente da minha conta, nem sacar seria necessário. Quando o atendente verifica meus dados para então enviar o capital, a então bucólica viola que amaciava minha alma tem todas as cordas desafinadamente arrebentadas:

-Senhor, seus dados estão desatualizados. Assim não é possível fazer a remessa.

-Então atualize, por favor. Digo eu, já com uma gota de suor amargo brotando da testa,

-Por sorte essa é a SUA AGÊNCIA. Basta se dirigir a um dos atendentes ao lado, portando comprovantes atualizados de endereço e de renda. Não esqueça de colocar suas orelhas de ASNO enquanto agurada atendimento.

Essa última frase não foi com essas palavras, mas os termos pomposos utilizados significavam exatamente isso. Disse que meu endereço continuava o mesmo, que o trabalho mudara, mas a profissão era a mesma, se aquilo era tão necessário, se ele mesmo não poderia alterar, que eu passava verbalmente os novos dados pra ele, que era urgente, que ninguém tinha me avisado de nada, nunca.

Enfim. Segui para uma empresa infinitamente menor e menos conhecida, em que nunca tive cadastro, que nunca me viram, que não sabem onde moro ou quanto dinheiro tenho ou deixo de ter. Sem problema para estacionar, sem senha e sem fila, em 3 minutos a operação estava feita.

Capítulo 4. Ponto pra você, dinheiro para os cofres.

Depois de tanto tempo como correntista, sempre utilizando os cartões do banco, acumulei pontos que poderiam ser trocados por milhas. Todo feliz, resolvi fazer minha primeira transferência para o programa SMILES. Todos fazem isso há milhões de anos, sem problemas, sem taxas, sem dor de cabeça.

FIZ!

Eis que chega a fatura do cartão de crédito: “TRASNF. PROGR. PONTOS - R$ 20,00″. Que taxa é essa? Quem me avisou que era vinte reais pra fazer isso que todo mundo faz de graça todo dia?? Eles têm o direito de cobrar, mas custa avisar!??

Tentei ligar, mas, pra variar, minha senha do telefone (que necessariamente deve ser diferente da senha dos caixas eletrônicos e do site) estava bloqueada. E claro, isso só fui descobrir após 7 minutos ouvindo gravações sobre promoções e serviços daquela majestosa instituição público-privada, ou seria PRIVADA PÚBLICA?

Já que na “ouvidoria” também não encontrei seres humanos, me utilizei da senha do site (aquela da odisséia de 4 horas e 47 segundos), fiz meu login e encontrei uma área de reclamações, sugestões ou elogios. Duvido que alguém já tenha usado esse última opção. Enviei meu recado, indagado do porquê daquele cobrança.

No dia seguinte um funcionário me liga. Castigada, minha alma nem ouviu solos de viola. A moça do outro lado da linha se apresentou e simpaticamente perguntou se era minha a queixa. Confirmei. Ela justifica dizendo que é uma cobrança “nova”, e que realmente até algumas semanas o serviço era gratuito. Digo que pelo menos deveria ser avisado antes ou durante a transação. Ela, ainda mais simpática:

-É verdade, não é descrito em lugar nenhum. Eu mesma transferi meus pontos e só depois chegou uma cobrança, que eu realmente não sabia. Mas está publicado em algum lugar/edital/documento do banco…

Certo, agora devemos ler cada letra miúda de documentos escondidos sabe-se lá onde.

Mas o que deveríamos, todos nós correntistas acorrentados aos espinhos venenosos desse banco, era guardar nosso dinheiro embaixo de colchões podres e comidos por pulgas, que ainda assim seria mais digno que usar esse maldito BANCO DOS IDIOTAS.

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Tricotando aço inox

quinta-feira, outubro 15th, 2009

Bom dia, meus saudosos leitores. Sei que todos que assinam o feed, salvam nos favoritos ou caem no blog sem querer, querem é ver críticas a propagandas. Sejam filmes, spots, banners de internet, anúncios e etc, todos querem deboche, escárnio. Querem ver o OCO. Querem ver os absurdos que as agências soltam por aí, até mesmo as grandes grifes da criatividade mundial.

E vocês estão certos.

Eles merecem o nosso desprezo. Assim como eu mereço o desprezo deles e de vocês, e todos merecem o veneno vil do Vamos Falar Mal.

Propaganda é fofoca. E fofoca é dispensável. Nós estudamos, nos especializamos e passamos nossos dias fazendo nada mais que fofoca.

“Meu cliente é melhor que o seu. Que logo horrível. Que layout de merda. Que título fraco.”

Refazemos o título e o layout. Refazemos tudo. E o mandante dos crimes, chamado de “cliente”, acha tudo lindo, tudo uma maravilha para o seu lixo de empresa.

Dizemos que a fábrica deles é sustentável. Que eles tratam o lixo. Que o atendimento é o melhor e os funcionários estão sempre sorridentes.

Sorridentes? Aquelas pessoas mal pagas, de uniformes sujos e com as caras ensebadas pelo desprezo do mundo não têm como estampar felicidade no atendimento.

Nem nós, publicitários fofoqueiros, que trabalhamos em salas brancas, limpas, com 17 ºC de temperatura, ouvindo nossas músicas internacionais em nossos fones phillips, temos felicidade intensa estampada em nossas faces pálidas de criatividade. Pobres atendentes da C&A, ou Riachuelo, ou Carrefour e etc. Pobres feirantes.

Vermes.

Somos vermes mentirosos. Pagos para mentir. E às vezes, o fazemos com prazer, com um sorriso de Coringa.

Rimos de combinações feias de cores. Odiamos erros de portguês. Mandamos reimprimir milhares de folhetos por uma simples falta de acento no título. E não sentimos pena das árvores derrubadas. Ninguém sente pena de nós.

Pena é para os fracos. Não queremos pena. Queremos o dinheiro das empresas. Afina, eles também não prestam. Pagam mal, mentem, sonegam impostos. Falcatruas, trambiques! É tudo parte do jogo, do bolo que criamos e alimentamos dia e noite. Um bolo complexo, sujo, enferrujado. Um bolo sem fim, que se embaraça como lã e corta como faca. Um bolo duro, eterno, impossível de alinhar. Um bolo de aço inox.

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Fotos panorâmicas - Are baba

quinta-feira, julho 30th, 2009

O Gizmodo, além de tecnologia e mundo geek, fala também de coisas interessantes apenas para as poucas e desorientadas pessoas que gostam de propaganda.

Para divulgar as objetivas grande-angular Omax, a Publicis India criou uma campanha sutilmente divertida e explicativa. Pegando carona na lavagem cerebral indiana da novela de Glória Perez, “are baba” (seja lá o que for, parece ser algo bom) para as imagens e para a idéia.

Para ver o post orginal e o restante da campanha, clique aqui.

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Vivo - O ataque dos zumbis

segunda-feira, junho 29th, 2009

Não vou nem gastar meu teclado. Artigo publicado no CCSP:

A DPZ criou anúncio de oportunidade para Vivo, no qual a operadora de telefonia homenageia a Seleção Brasileira, campeã da Copa das Confederações neste domingo (28), após derrotar a seleção norte-americana de futebol, por 3 a 2, de virada.

A peça informa ainda que a Vivo é a patrocinadora oficial da Seleção Brasileira.

A direção de arte traz o traço de José Zaragoza, um dos sócios da agência e artista plástico, que sempre dedicou parte importante de sua obra para retratar momentos esportivos, em especial o futebol.

A peça está sendo veiculada nos jornais O Globo, O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e JT.

Seria uma homenagem também ao Michael Jackson, ou esses jogadores ilustrados com cara de zumbi são mera coincidência? E que texto é esse?

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1958 - 8

sexta-feira, junho 26th, 2009

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Cassaram o mandato dos jornalistas

segunda-feira, junho 22nd, 2009

Que título horrível. Ou melhor, que péssima manchete. E cadê o “lide” do post? Vamos nos atentar às retrancas (crtl F + retranca).

Jornalismo é algo tão simples que em dois parágrafos a wikipedia explica os três únicos termos que eles tanto se gabam de saber o significado (se você não entendeu, estou falando das três palavras linkadas acima).

O fim da exigência de diploma para o exercício  do trabalho de jornalista, mesmo que o STF seja pressionado e volte atrás, é algo completamente justo, e demorou para acontecer. Demorou pela união da classe e pelos métodos escusos com que se defendem. Armados com suas fontes secretas e com o poder de ataque da mídia, constroem alianças nebulosas e ameaçam aqueles que podem derrubá-los.

OK…exagerei um pouco no tom. Não são hienas ou abutres famintos, são profissionais, que como quaisquer outros, querem respeito, dignidade e liberdade de expressão. O problema está na qualidade de grande parte dos profissionais, “graduados” em faculdades que mais parecem shoppings centers, que não ensinam o estudante a pensar, e pior ainda, aceitam alunos que mal sabem escrever - sim, todo mundo, de qualquer área, deve ser muito bem alfabetizado para poder entrar em uma universidade, principalmente de comunicação. O lugar de ser alfabetizado é a pré-escola, não a universidade.

A necessidade do diploma deveria existir somente para cursos como engenheria e medicina, que lidam com vidas. E Direito? Só a figura do advogado já é completamente descecessária. As leis são feitas para o conhecimento de todos, e ter alguém especializado nisso, em defender e atacar se aproveitando de brechas, prova que a sociedade deve ser toda revista.

Voltando ao assunto, quando entrei na faculdade de comunicação, para cursar Publicidade e Propaganda, sabia muito bem que a profissão não exigia diploma. Eu não estava ali em busca de um pedaço de papel (que aliás, ironicamente precisei pagar R$ 80 para retirar, isso em uma universidade pública), ou de exclusividade para trabalhar em algum lugar, mesmo sabendo que assim seria mais fácil. Eu estava ali em busca de conhecimento, o que, dado o grau de degradação da estrutura física e do corpo docente da faculdade, tive e ainda tenho que buscar em outros lugares.

O que faz o profissional ser aceito e respeitado no mercado não é o pedaço de papel, e sim sua competência. Que o digam os maiores publicitários do país, como Washington Olivetto (bacharel em nada), Roberto Justus (administrador) e o novato Wagner Martins (economista, mais conhecido como Mr. Manson, criador do Cocadaboa e sócio da Espalhe). Grandes dos atuais contadores de histórias reais (ou seja, jornalistas), também são formados em outras áreas, ou em nada, como Dráuzio Varella (médico), Jô Soares e outros muito melhores que não me recordo agora. E imaginem se o Faustão, que cursou medicina e se formou em direito pela USP, precisasse de diploma de Apresentador?

O que me motivou a escrever esse post foi o artigo (ou matéria?) que li no blog Rio Acima, do jornalista Marcelo Migliaccio,  que ficou muito melhor e mais respeitoso que o meu, mas ainda assim voraz em seu apoio à liberdade de expressão.

Não gosto de replicar grandes pedaços de texto, e mesmo com o original linkado acima, pelo menos o final merece ser repetido aqui:

“Até o jornalista esportivo carece de conhecimento especializado. Quantas vezes assisto a um jogo de futebol e, no dia seguinte, quando vou ler as críticas às atuações dos jogadores fico revoltado. Um cara que jogou bem taticamente leva nota baixa e um perna de pau que fez um gol de canela é alçado à condição de novo ídolo da nação. Os melhores analistas de futebol que já vi _ Tostão, João Saldanha e Casagrande _ nunca sentaram numa faculdade de jornalismo, mas se expressam (pretérito no caso do Saldanha) maravilhosamente, tanto em texto quanto diante de uma câmera. E, se tiverem que fazer uma entrevista, o farão sem problemas, porque perguntar é uma coisa natural até para uma criança de 2 anos.”

Caso a obrigatoriedade do diploma retorne, cadastre-se em uma dessas cantinas/universidades que têm em toda esquina e pegue seu diploma em menos de dois anos. Formado, você vai poder dar uma de Luciano do Valle.

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Jabá - Maroulive Qualquer Parada

quarta-feira, maio 20th, 2009

Certamente para diminuir o desfalque financeiro de cada um e enriquecer a vaquinha para a inscrição no campeonato, fui convocado pelo Maroulive Futebol Qualquer Parada, time da TV1.com de Brasília, para disputar a Copa Chope 2009, um acirrado torneio entre as agência de propaganda da capital.

Mesmo que publicitariamente eu esteja atuando por outro time, do complicado campo offline, aceitei com gosto o desafio. Desde que tive os dedos amassados pela porta corrediça de uma combi velha, na saída de um jogo ainda na 8º série, nunca mais tinha tido a oportunidade de mostrar meus dotes em campo em um campeonato de verdade. E está valendo a pena integrar a equipe Marouliviana, cujas táticas e ideais são todos baseados no rap do Magalhãenze.

Em apenas dois jogos, entrando somente no segundo tempo, conquistei um estiramento no coxa esqueda - em uma jogada individual -, e ajudei a equipe a perder o primeiro jogo, contra a Lowe/DM9, por 11 gols de diferença, e o segundo, contra um combinado de Agência Click - geeks, ex-presidiários e juíz ladrão - por cerca de 9 gols, se é que não perdi a conta.

Acompanhem o blog do Maroulive, que em alguns dias terá um post com o título: título.

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Lugares em que eu gostaria de estar - I

quinta-feira, maio 7th, 2009

Quinta-feira, 14h19.

Aqui em Brasília, 27ºC, umidade relativa do ar, 47%.

Algumas nuvens, mas sem sinais de chuva.

Vagando pelo Google Earth e por pensamentos razos, o lugar que eu gostaria de estar neste exato momento é a cidade de Montevidéu, capital do Uruguai, admirando a Praia Pocitos, que parece ser uma Copacabana que parou no tempo, onde a brisa lenta do mar enferruja carros e mofa construções.

Eu mal estaria conseguindo andar, empanturrado com uma parrillada recém-traçada.

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Voltei.

quinta-feira, maio 7th, 2009

Não dá para ficar muitos dias sem dar as caras no blog. Mesmo que com uma frequencia vergonhosa, prefiro continuar postando apenas quando sinto vontade, em vez de me obrigar a ficar afastado do blog.

Esperar os 30 dias planejados seria impossível.

Vocês, meus 3 assinantes de RSS, e vocês, 300 seres humanos doentes que todos os dias chegam aqui em busca de “gordinhas peladas” (pensavam que eu não sabia né?), devem ter reparado que acrescentei algumas palavras na descrição do blog. Isso é porque não dá pra falar só de propaganda. Fica chato, massante, vicioso e estúpido. Ainda mais depois que tornei a linha editorial mais branda.

Quase comprei outro domínio para, afinal “vamosfalarmal” é algo muito forte, que parece me obrigar a criticar o tempo todo. Mas decidi manter o domínio, e aos poucos ir dando mais importância a outros assuntos, e talvez um dia “vamosfalarmal” se torne sinônimo desses assuntos que nada tem a ver com propaganda.

Espero que gostem do template novo. A linda mão sumiu, o menu foi pra esquerda e está todo papagaiado. Agradeço muito aos indivíduos que dedicam suas vidas à criação de belos templates gratuitos. Eu prefiro assim, impessoal, sem logo, sem conceito, afinal blog não é trabalho. E talvez um dia eu retorne com a mão nervosa, marca dos velhos tempo de Vamos Falar Mal.

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Férias

segunda-feira, abril 20th, 2009

Para refrescar as idéias, espairecer os pensamentos, arejar a mente e mais um monte de sinônimos inúteis, decidi descansar do blog. Não que ele me canse, afinal já tem mais de duas semanas que não posto nada que valha a pena. Ou talvez eu nunca tenha feito isso. O fato é que, para parar de pensar no blog, em que ele deveria ser atualizado, que eu deveria ter coisas interessantes pra dizer, mesmo não sabendo exatamente o que, e ficar conferindo as estatísticas, o melhor é tirar férias declaradas.

Sem falar que depois de passar o dia todo pensando e fazendo propaganda, dedicar mais uns minutos para um blog do mesmo segmento é coisa de gente obsessiva, ou gente que não tem video game, televisão, amigos, namorada ou cachorro. Ou não, talvez sejam apenas aficcionados mesmo. E o pior é que muitos desses updaters compulsivos dizem coisas realmente interessantes.

A prova disso é o br#9, do publicitário celebrity Carlos Merigo, que tem novidade todo dia, sempre antes de todo mundo, e sempre com palpites certeiros. O velho cocadaboa é outro quem tem seus méritos. Seu dono, o Mr.Manson, foi de bacharel em economia com um blog pentelho a empresário criativo de sucesso. Também pudera. Seu blog, inicialmente hospedado na Eslovênia, enganou muita gente com notícias plantadas e armações cretinas. Saudade do seu bolão pé na cova, em que já figurei entre os 30 primeiros adivinhadores. E hoje, as poucas atualizações se transformam nos melhores artigos da internet brasileira, como o recente roleta gaúcha.

Nem meu twitter estou com paciência de atualizar. Ou melhor, não tenho mesmo o que dizer. Dicas de sites interessantes? Só leio o terra e o g1. Hotsites legais? Nunca tive saco para esperar o maldito “loading”, e o comoutador onde passo a maior parte do tempo tem como melhor navegador um problemático Safari.

Divirtam-se com os mais de 90 posts dos arquivos do Vamos Falar Mal, enquanto eu fico de papo pro ar esperando coisas interessantes chegarem mastigadas até mim. E que a memória não falhe na hora de postar.

Abraços a todos, e até daqui uns 30 dias.

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Haja animação

quarta-feira, abril 15th, 2009

Update or die?

Tô vivo.

Vale a pena conferir os posts de quem leva a sério esse negócio de atualizar blog.

Da Bullet.

Da Y&R.

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