Posts Tagged ‘Ads of the world’

Sanduíche de lagosta

segunda-feira, agosto 24th, 2009

Campanha divulgada no Ads of the World. Como todas as outras que têm por lá, não dá pra confiar se é real. Todo caso, esta, com representação da logo do McDonald’s, ficou interessante, e agrega valores humanos e naturais que a empresa precisa.

Fica a sugestão de uma assinatura para a campanha: Todo mundo gosta, até lagosta.

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Utah

sexta-feira, abril 3rd, 2009

O que fazer em uma ensolarada manhã de quinta-feira, sem trabalhos aparentes, enquanto aguardo as doze badaladas da hora do almoço?

Nada melhor que ver campanhas publicitárias no ADS OF THE WORLD, mesmo que muitas sejam plágio, fantasmas ou bizarrices indianas e brasileiras.

Em meio a tantos thumbs sem graça, se destacou uma bela paisagem, com uma mulher levando uma tralha enorme nos ombros.

Uma idéia simples, belas imagens e um texto enxuto. Foi tudo o que a agência Struck precisou para criar uma bela campanha promovendo o turismo no estado de Utah, dizendo para as pessoas deixarem o stress de lado e levarem outra coisa nos ombros.

É a prova de quem é possível utilizar uma grande idéia e mostrar o produto em página inteira.

Achei a peça acima é a melhor das quatro disponíveis no site. Esta é a segunda melhor:

Essa merece a ficha técnica, mesmo que sejam todos americanos:

Advertising Agency: Struck
Executive Creative Director: Steve Driggs
Art Directors: Mark Rawlins, Brandon Knowlden
Copywriters: Ryan Martindale, Nick Driggs
Photographer: Ed McCulloch
Retoucher: Erik Pawassar

Se quiser ver tudo, é só ir lá no Ads of the World.

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Fantasmas of the world

quarta-feira, janeiro 21st, 2009

Nos primórdios do Vamos Falar Mal, ainda sob as asas do Wordpress, a maioria do posts criticava anúncios publicados no ads of the world. Nunca fiz muita questão de verificar qual era a do site, mas me esforçava para acreditar que eram anúncios e comerciais reais, que talvez até passassem por algum tipo de seleção.

Mas agora chegou a vez do próprio Ads of the World arder no mármore universal do VFM. Aquela droga de site publica qualquer coisa, não tem o menor critério, permite que qualquer padaria do Cazaquistão coloque suas “coisas” lá. E o pior: uma propaganda pode até ser ruim, talvez uns gostem, outros não, mas para ser propaganda, para uma imagem tratada no photoshop e com um texto em cima ser considerada um anúncio, precisa, acima de tudo, ser veiculada, nem que seja em um folder da ala psiquiátrica de um hospital público na periferia de algum país subdesenvolvido.

E pior ainda (ou não), é que pensam que qualquer porcaria diferente é criativa.

A chance de eu estar falando merda é inversamente proporcional* à possibilidade desses anúncios serem realmente publicados graças ao poder de persuasão do atendimento e ao desapego de algum empresário viciado ou apaixonado pela profissional citada.

Esses anúncios, hora chupadas, hora idiotices, mas sempre desnecessários, estão se proliferando no Ads. Alguns exemplos, que aposto a alma do diretor de arte de que são fantasmas:

 

 

*O ditado matemático está correto no contexto?

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Cuidado com o que você come

segunda-feira, setembro 22nd, 2008

Ultimamente nos acostumamos (cof, cof!) tanto com propagandas abstratas, virais que não proliferam, sites que não conseguimos navegar e milhões de coisas estúpidas, que um anúncio simples e bom pode parece ruim em uma primeira olhada. Como este:

A assinatura está num lugar diferente do padrão, o texto é pequeno, mas nem tanto, e o rato Muffin é uma obra-prima da direção de arte. Até parece que foi mesmo prensado ali.

O título do colega redator gringo, vulgo copywriter, um tal de “Anton Jaya”, é genial. Em portugês, algo como “você come o que você toca”. Para anunciar o que penso ser um sabonete, nada acertaria mais em cheio as pessoas porcas, as pessoas “normais” e, principalmente, os fanáticos por higiene

Engraçado é que o outro anúncio da campanha ficou mal feito, e confesso não ter entendido:

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A lógica da direção de arte

segunda-feira, agosto 18th, 2008

Não vou entrar no mérito dos detalhes. Assim como 98% da população mundial, não me importo com qual tom de verde o anúncio utiliza, se fica melhor com arial black ou arial sem black.

Admiro quando uma imagem fica bonita, e concordo que um belo layout na propaganda possa atrair o consumidor. Mas defendo a lógica, o enlace de idéias. Essa moda dos anúncio abstratos, que está cada vez mais forte, está matando a propaganda. Imagens sem sentido estão por toda parte. Layouts maravilhosos, imagens lindas e fru-frus que não acrescentam nada ao texto ou ao produto estão tomando conta de revistas, sites, banheiros de boteco e de todos os lugares por onde circula a publicidade.

Existe uma poderosa mão invisível (pelo menos eu não exergo) calando e/ou fazendo prevalecer a beleza vazia sobre a idéia. A “real beleza” da publicidade deve ser a união de todos os elementos possíveis para que a imagem do cliente, essa sim, seja atraente.

Encontrei alguns exemplos não perfeitos de anúncios que mostram a diferença entre a arte dadaísta dessa estúpida moda e a verdadeira direção de arte. Acho que não preciso dizer qual das campanhas foi feita por profissionais competentes:

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Agradecimento e inspiração.

segunda-feira, agosto 4th, 2008

Antes de mais nada, quero agradecer uma (isso mesmo, “uma”, no singular) pessoa especial: o atualizado, engajado e fiel ser que marca presença por aqui todo domingo.

Muito obrigado, querido leitor dominical. É uma grande honra poder contar com você todo domingo neste singelo blog.

Agora, voltando ao tema do blog, estive na afamada cidade de Goiânia este final de semana, comentada até pela imprensa internacional.

Por lá vi que cometem atrocidades também na propaganda. É tanta coisa ruim que é impossível escolher algo específico para colocar aqui. Então que tal umas propagandas ruins do querido lugar de quase sempre, para começarmos a segunda-feira inspirados?

Duas muito ruins e uma estranhamente engraçadinha:

Ficha técnica: quem se importa?

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Fedidos x Asquerosos

terça-feira, julho 22nd, 2008

Se estes anúncios foram realmente veiculados (ainda não descobri se fake também entra no Ads of the World), o CONAR (Conselho Opressivo Negligente Autoritário Repressor) francês, caso seja como o brasileiro, deve ter tirado de circulação imediatamente.

Eu entendo que é chato entrar em um blog em busca de críticas e só encontrar elogios, mas os caras da TBWA\Paris fizeram uma série perfeita de anúncios para a Anistia Internacional. Qualquer crítica minha seria falsa, cínica, imprecisa, caluniosa e deselegante. Mas nos próximos dias vou me empenhar em encontrar trabalhos ruins desses mesmos malditos publicitários franceses, e colocá-los no chiqueiro que merecem. Mas por enquanto, com estes trabalhos, só elogios:

Direitos humanos e nacionalismos à parte… Qual a semelhança entre um chinês, um tibetano e um coreano?

Resposta: São todos japoneses.

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O controle remoto criativo - Parte II, by Playboy.

quarta-feira, junho 11th, 2008

Eu estava novamente no Ads of the World, desta vez procurando anúncios para mostrar como a direção de arte, ou a falta dela, pode destruir uma idéia. Por falta de sorte, ou pelas mãos divinas querendo me mostrar o caminho da união, o que encontrei foram vários trabalhos com design (ele mesmo, o carrasco da propaganda moderna) fantástico. Mas em uma outra oportunidade acabo com a raça desses destruidores de conceito.

O que mais me chamou atenção foi, mais uma vez, um controle remoto “criativo”. A vítima da originalidade alheia dessa vez foi a Playboy TV. Vender o canal Playboy é fácil. Basta pegar uma das milhares de mulheres gostosas do plantel de Hugh Hefner, alguma das esposas do invejado empresário ou todas elas juntas, marcar com o coelhinho e pronto! Talvez alguma boa frase, uma frase sacana com a foto ou a falta de foto e uma frase adequada também serviriam, mas não, eles tinham que cagar no próprio cliente.

Ou melhor, eu posso estar errado, ou posso estar ainda mais certo. Acabei de ver que o anúncio é chinês. Talvez eles sejam proibidos de mostrar mulheres seminuas, mas só por isso não precisavam ter colocado uma camisinha rosa em um controle remoto. Só uma boa frase resolveria. Se eu fosse o Conar chinês teria tirado de circulação logo de cara, se é que foi veiculado. Fazer a galera da China (que tem 5 homens para cada rapaz) sentir vontade de pegar a bonitona da foto é proibido, mas incitar a auto-felação com um controle remoto quadrado, que sequer tem as pontas arredondadas, pode??????

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